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Lei Seca reduz em 21% vítimas de acidentes no Rio Um levantamento feito pela Secretaria
Municipal de Saúde, com base nas estatísticas de atendimento
dos três principais hospitais do Rio - Miguel Couto, Souza Aguiar
e Lourenço Jorge - mostra que houve queda de até 21% no
atendimento a vítimas de acidentes de trânsito desde que
a lei seca entrou em vigor, há 20 dias. Para os diretores, o rigor
da lei deverá diminuir ainda mais o número de vítimas.
A estimativa é de que até dezembro a redução
chegue a pelo menos 50%.
No Lourenço Jorge, a redução nas primeiras semanas chegou a 20% - comparando os atendimentos ente 22 de junho e 7 de julho deste ano ao período de 1º de janeiro a 21 de junho de 2008. Para manter a evolução da queda, o diretor da unidade, Flavio Silveira, acredita que seja fundamental uma fiscalização rígida. "Se não houver blitzes e barreiras policiais para fiscalizar a população, não vai adiantar." O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio, Jorge Darze, concorda com Silveira. "Toda legislação acaba esbarrando na falta de ação do poder público", diz Darze. O diretor do Souza Aguiar, Josué Kardeck - que observou uma queda de 21% nos atendimentos no período entre 20 de junho e 7 de julho deste deste ano, comparado ao período de 20 de maio a 7 de junho de 2008 - sugere um mapeamento da cidade para que as barreiras fiquem em pontos estratégicos, como avenida das Américas, por exemplo. Na Baixada, porém, não houve mudança, segundo a preisdente do Cremerj, Marcia de Araújo. "Temos informação de que nessa região não houve nenhuma queda e o motivo seria a falta de fiscalização da polícia." Fonte: JB on line |
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